Palestra Conflitos no Trabalho: Como lidar?

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Hoje ministrei uma palestra sobre “Conflitos nas organizações: Como lidar?”, um tema bastante interessante, com os colaboradores da loja Renner no auditório do Midway Mall.

Alguns pontos abordados:

Por que estão acontecendo tantas desavenças no mundo empresarial?

Quais os efeitos dos conflitos nos relacionamentos?

Como podemos administrar os Conflitos?

Contrate essa palestra para sua empresa, envie um email solicitando um orçamento: contato@danielbrandao.com

Sorteio Fan Page Daniel Brandão

De olho nas inovações do mercado e em você, a Fan page Daniel Brandão está sorteando o livro “O Monge e o Executivo – Uma História Sobre a Essência da Liderança” Autor: Hunter, James C.

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PORTUGUÊS E MATEMÁTICA BÁSICO PARA CONCURSO

PORTUGUÊS E MATEMÁTICA BÁSICO PARA CONCURSO

 APRESENTAÇÃO

Português e Matemática são matérias indispensáveis para se obter êxito em provas de concurso público. O conhecimento profundo de suas regras é essencial para o bom desempenho nas provas. Mas, esta tarefa, aparentemente árdua, pode se tornar interessante e prazerosa se o aprendizado resultar de um processo de ensino contextualizado.

Objetivo

Apresentar os principais tópicos da matéria de Português e Matemática, de forma a promover o aprendizado e facilitar a memorização, preparando os participantes de forma efetiva para um bom desempenho nas provas de concursos públicos.

Conteúdo Português: Unidades de Estudo

Márcia Soares

Graduada em Letras pela UFRN, Pós-graduada em Pedagogia Empresarial pela UCAM – RJ. Cursa Pós-graduação em Ensino de Língua Portuguesa: gramática, texto e discurso na UFRN. Experiência de 20 anos no magistério do Ensino Fundamental e Médio das redes particular e pública nos municípios de Natal-RN e Duque de Caxias-RJ. Atualmente é servidora do Ministério da Saúde atuando na área de capacitação e desenvolvimento profissional e consultora de Redação Oficial e Empresarial.

Conteúdo Matemática: Em breve

Thiago Severiano

Graduado em Matemática Licenciatura plena pela UFRN. Especialista em Educação Matemática para ensino fundamental e médio pela IFESP – Kennedy. Mestrando em Matemática pela UFRN. Experiência de 10 anos como docente em diversas escolas do Rio Grande do Norte e atualmente é professor de ensino básico, técnico e tecnológico de matemática em uma instituição federal do estado.

Valor Total do curso R$ 210,00, sendo parcelado em 1 + 2 no boleto (R$70,00) ou em 3x nos cartões.

VAGAS LIMITADAS 

Inscrições clique aqui

 

Economista realiza palestra sobre noções trabalhistas

          O Humberto Lucena irá proferir o tema Noções sobre o assédio moral nas relações de trabalho, um tema bem relevante para o mercado de trabalho atual. Ele é bacharel em Direito pela UFRN. Pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho. Possui Mestrado em Direito Constitucional, na linha de pesquisa Processo e Garantia de Direitos. Aprovado no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil. Atualmente é Oficial de Justiça Avaliador Federal do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região, Professor do curso de Direito do Centro Universitário do Rio Grande do Norte – UNI-RN. Autor de livros e com vários artigos publicados nos meios acadêmicos.

         Na palestra, a economista Maria Amélia traz para o público uma abordagem diferenciada e focada nos principais tópicos de noções trabalhistas.  Uma palestra fundamental para empreendedores, gestores, gerente de recursos humanos e público em geral.  A palestrante é formada em Economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com pós-graduação em Finanças Corporativas e Perita Judicial. Atualmente é assessora da ESMARN (Escola de Magistratura do RN), consultora do SEBRAE/RN e professora Universitária da FANEC.

Temas:

- Noções Trabalhistas

- Noções sobre Assédio Moral nas relações de trabalho

Dia: 25/05

Local: Cuxá Eventos e Recepções

Palestrantes:

Maria Amélia

Humberto Lima de Lucena

Preço: R$ 20,00

Horário: 19:00

Inscrições clique aqui

Daniel Brandão realiza palestra em Natal sobre gerenciamento de tempo

ADMINISTRANDO O TEMPO: GERINDO SUA CARREIRA

Nos dias de hoje as tarefas cotidianas deixaram de ser apenas rotina, mas sim uma necessidade para o nosso crescimento pessoal e profissional. Devido a isso, seu acúmulo pode nos trazer malefícios como perda de compromissos importantes, falha em projetos realizados rapidamente e até problemas de saúde. Nesta palestra, você vai como mudar tudo isso em sua vida. Irá perceber a importância do gerenciamento do seu tempo e como ele pode contribuir para a sua qualidade de vida. Dessa forma, deixando espaço para todas as suas atribuições como trabalho, família, estudo, lazer, etc. Uma palestra que já é sucesso devido às transformações que fez nas rotinas de quem já participou.

O PALESTRANTE – DANIEL BRANDÃO

Graduado em Administração de Empresas, MBA em Controladoria Financeira aplicada a Gestão de Negócios. Consultor especializado na área comercial e serviços, atuando em diversos segmentos de empresas. Tem trabalhos realizados na área de Recursos Humanos, Marketing e Finanças, atuando também como professor universitário e palestrante.

DATA – 11 de Maio de 2012

LOCAL –  Auditório da Livraria Nobel

Avenida Senador Salgado Filho, 1782, Tirol (em frente ao Hospital Walfredo Gurgel)

Natal, Brazil

HORÁRIO: 19:30H

INVESTIMENTO – R$ 15,00

PARA REALIZAR A SUA INSCRIÇÃO, PREENCHA OS CAMPOS ABAIXO COM SEUS DADOS. A INSCRIÇÃO SERÁ CONFIRMADA QUANDO FOR IDENTIFICADO O DEPÓSITO BANCÁRIO NA CONTA

Banco do Brasil

AG: 0716-1

C/C: 36.295-6

Daniel de Souza Brandão

Inscrições clique aqui

Fotos da Palestra ADM TEMPO EM MARÇO 2012

 

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PALESTRA – Administrando o Tempo: Gerindo sua carreira

Você vive preocupado com o seu tempo? Está sempre atrasado embora esteja sempre correndo? Tem a impressão de que o mundo faz exigências demais e cobra muitos resultados? Você sofre da nova síndrome do século XXI: a pressa?

Objetivo:

Fazer com que você pare e reflita sobre o seu autogerenciamento, sobre as possíveis mudanças de comportamentos, atitudes e pensamentos para que o tempo seja o seu aliado nos desafios do dia-a-dia.

 Benefícios:

• Saber a diferença entre gerenciamento de tempo e autogerenciamento;
• Analisar o que é realmente importante na vida;
• Refletir sobre as nossas ações diárias que influenciam direta e indiretamente o tempo;
• Reavaliar crenças e valores que afetam o tempo;
• Concentrar poder, controle e energia para não ter o seu tempo drenado.

Palestrante: Daniel de Souza Brandão

Dia: 30/03/ 2012 (Sexta)

Hora:19:00

Local: Cuxá Eventos e Recepções (Fica por traz do Hotel Residence da Salgado Filho) Natal/RN

Preço: R$ 20,00

Declaração: 3h para atividades complementares

Deposite em conta corrente:

Banco do Brasil

AG: 0716-1

C/C: 36.295-6

Daniel de Souza Brandão

OBS: Após o pagamento enviar comprovante, só serão aceito depósitos até 24 antes do evento. E com formulários preenchido.

solucoescorporativas@live.com

TODAS AS INFORMAÇÕES ABAIXO, SÃO NECESSÁRIAS PARA EMISSÃO DA DECLARAÇÃO.

Formulário de inscrição: 

Compra por impulso: Quais são os fatores que fazem vender mais?

A compra por impulso tem ganhado importância ao ponto de passar a ser um dos itens cada vez mais relevantes nas estratégias de Marketing das empresas. Para colocar tais iniciativas em prática é necessário ter um conhecimento do comportamento do consumidor e criar atrativos que despertem a atenção dos clientes que justifiquem racionalmente o motivo da compra. Parece fácil, mas poucas empresas conseguem obter resultados realmente surpreendentes.

Ao implementar estratégias baseadas neste comportamento, é necessário que os departamentos de Trade Marketing e Shopper Marketing – ainda recentes em muitas companhias – estejam amadurecidos e em sintonia para que a experiência de marca, tanto no varejo ou em lojas próprias, seja forte o suficiente para gerar um encantamento inicial no consumidor e atraí-lo para o interior do ponto de venda.
Gilberto Strunck, autor do livro “Compras por Impulso” e sócio diretor da agência Dia Comunicação, orienta as empresas a se preocuparem não somente em como tornar os consumidores e clientes regulares, como também mais conscientes em relação a questões como o consumismo, o futuro das novas gerações e o impacto deste comportamento para a indústria, o varejo e as marcas. Leia a íntegra da entrevista ao Mundo do Marketing.
Mundo do Marketing: As pessoas estão comprando mais ou menos por impulso hoje?
Gilberto Strunck: O Brasil é o país com o mais alto de índice de compra por impulso do mundo. Um dos fatores que influenciaram para este resultado foi a chegada de uma quantidade gigantesca de consumidores ao mercado, com o aumento de renda, principalmente das classes C, D e E.
Mundo do Marketing: Sempre se falou que a classe C compra mais por custo-benefício. Esta realidade está mudando?
Gilberto Strunck: O que a gente sabe das pessoas, que não são somente da classe C, mas sim D e E, é que quando eventualmente sobra dinheiro, eles adquirem produtos de marcas mais caras. Na prática, a compra por impulso para a classe C é adquirir itens que caibam no bolso, o que é válido também para compras a prazo. Isso tem gerando uma inadimplência dos consumidores que se encantaram com produtos caros e agora estão pagando com atraso suas dívidas.
Mundo do Marketing: Na questão de compra por impulso, qual a importância do ponto de venda?
Gilberto Strunck:  Primeiro é preciso compreender a entrada do varejo virtual nos hábitos de consumo dos brasileiros. Existe sim a compra por impulso (pela internet), mas não há a satisfação imediata do produto desejado pelo consumidor, devido ao prazo de entrega. Também depende da natureza de itens como livros e músicas online, que podem ser adquiridos de imediato. A diferença em relação ao varejo real é a experiência de marca, que acontece na prática e é mais profunda (no ponto de venda). Na internet, o estímulo é apenas visual e sonoro, enquanto na loja, pode-se ter contato com o cheiro, o sabor e o tato.
Mundo do Marketing: A tecnologia também tem auxiliado na compra por impulso ou ela tem afugentado os consumidores?
Gilberto Strunck:  Há dois fatores a serem avaliados. Primeiro, a tecnologia deve ser muito amigável e simples de ser trabalhada. A geração que nasceu no digital tem mais facilidade e apreço por esses inventos. Mas este encantamento se dá na forma como ela tem sido oferecida, porque se fosse mais complicada, não atrairia tanto a atenção. Por outro lado, a inserção da tecnologia nasociedade fez com que tivéssemos uma quantidade gigantesca de produtos e serviços oferecidos, que pode confundir as pessoas. A segmentação hoje está se tornando excessiva. É importante ter um produto feito sob medida para o consumidor, mas é preciso ressaltar até que ponto se poderá identificar, entre o mix ofertado, que há um item feito sob medida para o cliente.
Mundo do Marketing: Quais são os fatores que influenciam nas compras por impulso?
Gilberto Strunck: Primeiro, o lado direito do cérebro é estimulado. Ao visualizar uma vitrine que agrada, o consumidor pode entrar, mesmo sem dinheiro, e adquirir algo com a possibilidade de utilizar um cartão de crédito. Até este momento as decisões foram tomadas no nível irracional. A razão passa a trabalhar quando o cliente experimenta a roupa, sente o caimento e o tecido. Daí a importância do design nos dias de hoje.
Mundo do Marketing: Como se dá a compra por impulso nas lojas conceitos?
Gilberto Strunck: Os consumidores têm o hábito de visitar sempre as mesmas lojas, adquirindo os mesmo serviços e produtos, até o momento em que alguma recomendação pessoal seja forte o suficiente para quebrar o círculo. A solução para o varejo é sempre possibilitar que as pessoas que frequentam estes pontos de venda tenham novos estímulos para ficarem mais tempo no local e comprarem por impulso. O varejo dá as cartas nesta relação, ele consegue estar com o produto ou serviço e, ao mesmo tempo, próximo ao consumidor.
Por exemplo, quando o clima muda, o varejista pode alterar as vitrines com roupas de frio para peças voltadas para um tempo mais ameno, de modo mais rápido. Já a indústria não consegue fazer isso. O varejo pode identificar de maneira mais eficaz o que o consumidor deseja. Na loja conceito, esta experiência se torna mais completa, principalmente se for uma marca da indústria. Este é o fenômeno das indústrias criando estabelecimentos próprios para ampliar a divulgação dos seus produtos, enquanto no varejo as marcas próprias estão se tornando indústria.
Mundo do Marketing: A compra por impulso está relacionada à conveniência, sobretudo com o fenômeno das lojas nos postos de gasolina?
Gilberto Strunck: Não necessariamente. Quando as lojas de conveniência foram implantadas no Brasil, os preços eram muito elevados e o ticket médio, ainda hoje, é baixo. Elas estão mais acessíveis, mas o posicionamento de preço alto permanece na mente dos consumidores. Embora se possa comprar em lojas de conveniência por impulso, a preferência é por outras categorias do varejo.
O que vale sempre é o inusitado, o encantamento. É muito difícil não comprar por impulso hoje, o exemplo mais claro é a pipoca do cinema: quando o consumidor vai com a intenção de assistir a um filme, ao passar pelo ponto de venda, acaba pagando pela pipoca mais cara do Brasil.
Mundo do Marketing: Quais as categorias mais propícias para a compra por impulso?
Gilberto Strunck: Não há uma categoria específica. Normalmente são produtos de preço baixo, pela facilidade de acesso. Na prática, é preciso entender qual é a ocasião distinta de consumo. Por exemplo, quando um consumidor vai a uma padaria, ele pode querer comprar pães, fazer um lanche ou comprar bolos e doces para uma festa. Em cada um destes momentos, pode-se explorar uma estratégia que induza a compra por impulso, oferecendo uma promoção, descontos, ou dizer que a próxima fornada vai demorar para sair e indicar outro pão. É o caso da livraria Cultura. Nos pontos de venda, há diferentes zonas por onde o consumidor passa. Na entrada das lojas, quando o cliente está saindo de uma velocidade para outra, os lojistas costumam expor os lançamentos e últimas coleções para gerar um encantamento maior. Após este momento, os clientes passam para as chamadas zonas de cognição, áreas onde precisarão de um pouco mais de tempo para interagir com os livros e publicações. Para prolongar esta experiência, a Cultura oferece cadeiras, permitindo que o consumidor permaneça por mais tempo na loja.
Mundo do Marketing: O que pode influenciar mais na compra por impulso? O ambiente, o preço, o próprio produto ou a ocasião de compra?
Gilberto Strunck: É o conjunto. O ser humano é um ser policrônico, fazendo muitas coisas ao mesmo tempo. O desafio para provocar uma compra por impulso, transformando momentaneamente o comportamento de policrônico para mononcrônico, chamando a atenção da pessoa para o produto pode ser difícil, por exemplo, no varejo, onde se tem mais de 70 mil itens expostos, ou em uma loja de conveniência com três mil itens. Deste total, apenas 10% é percebido e um volume bem menor ganha atenção. É preciso desenvolver alguma apresentação, quer seja um cartaz ou o preço, para conseguir alguns segundos de atenção da pessoa e ao mesmo tempo oferecer algo que justifique racionalmente a compra.
Mundo do Marketing: Há alguma receita específica que possa ser aplicada no ponto de venda?
Gilberto Strunck: Na verdade deveria ser uma macro-receita. Primeiramente é preciso chamar a atenção, despertar o desejo e justificá-lo com alguma alternativa racional, para transformar o desejo em uma necessidade.
Mundo do Marketing: De forma geral, as marcas e o varejo têm trabalhado bem a compra por impulso?
Gilberto Strunck: Várias sim, outras não. A diferença consiste na promessa e na entrega. O Marketing tem como foco estabelecer valor de marca para o consumidor. Mais adiante, o Trade Marketing e o Shopper Marketing vão fazer a comunicação para o comprador, que não necessariamente é o consumidor. Em geral, os departamentos de Trade Marketing nas empresas foram criados a partir da década de 1990, são muito recentes. O que havia anteriormente era uma briga entre a indústria e o varejo para vender ao consumidor. O setor de indústria passou a compreender que não adianta apenas fazer o sell in, quando o varejo não consegue cumprir com o sell out.
Esse comportamento deu origem a esses departamentos, para melhorar o relacionamento entre os parceiros. A partir deste momento, passou-se a criar soluções nos canais do Trade e na comunicação para o shopper, mas que só puderam ser implementadas em grandes redes de varejo. Apesar da eficácia deste modelo, ele é complicado de trabalhar e executar. O que mais se vê é uma bela publicidade e quando o consumidor chega à loja não encontra o mesmo cenário, deixando a entrega um ponto abaixo da oferta, o que pode interferir na compra por impulso.
Mundo do Marketing: O Trade Marketing também colabora muito na questão de comprar por impulso, uma vez que o setor trabalha próximo ao Gerenciamento de Categoria?
Gilberto Strunck: Sim, mas o Gerenciamento de Categoria pressupõe uma confiança muito grande do varejo em relação à indústria, pois as empresas sabem que estão entregando informações importantes para o setor. Essa é uma relação muito sofisticada. Um exemplo é o que fez a Coca-Cola, que ao vender seus produtos para a mesma bandeira de um varejista, em um mesmo bairro, identificava quais as embalagens e produtos que deveriam ser vendidos em cada unidade, de acordo com o comportamento dos consumidores.
Mundo do Marketing: E como seria em relação ao shopper?
Gilberto Strunck: Para o shopper, a comunicação seria dentro do varejo. A Coca-Cola já tem o seu departamento de Shopper Marketing cuidando deste aspecto da relação. Outras empresas, no entanto, ainda estão desenvolvendo as suas áreas de Trade Marketing e não atingiram esta sofisticação. Um dos desafios para a implementação é saber de onde virá a verba para o Trade. Este é um exercício novo para as companhias.
Mundo do Marketing: Promoções e ativação também ajudam na compra por impulso?
Gilberto Strunck: Sim, e muito, sobretudo proporcionado visibilidade, sendo um dos fatores que alteram o estado do consumidor de policrônico para monocrônico. Mas é importante não utilizar apenas este recurso, pois pode queimar a imagem da marca.
Mundo do Marketing: Até que ponto uma compra por impulso pode se tornar recorrente?
Gilberto Strunck: O objetivo é esse. O dever de uma marca é gerar experimentação a partir da compra e tornar o comportamento regular. Isso implica que a iniciativa seja feita com frequência, para que outros consumidores possam experimentar e se converterem em clientes regulares. Mas essa não deve ser a estratégia única das empresas, e sim complementar, pois depende se as companhias adquiriram espaços para gerar a experimentação ou se é o próprio varejo o responsável pelo contato com a marca.
Mundo do Marketing: E como fica a relação entre consumo e consumismo?
Gilberto Strunck: Nos últimos 30 anos, um terço dos recursos naturais da Terra foram exauridos. Apesar deste cenário, é preciso compreender que é o consumo que movimenta a engrenagem do mundo. Quando surgiu a crise nos Estados Unidos, o então presidente George Bush alertou os norte-americanos a não pararem de consumir e liberou crédito. Se a população diminui o ritmo de compras, por conseguinte todos saem perdendo, o varejo, a indústria, os colaboradores e os próprios consumidores. Neste sentido, o consumo é uma coisa boa. Mas a fronteira entre o consumo e o consumismo é algo que devemos conhecer profundamente para evitar exageros e prejuízos para o planeta.
Mundo do Marketing: As novas gerações vão aderir a este pensamento?
Gilberto Strunck: Dentro da escolha de compras, a preocupação se uma marca está devastando ou não o meio ambiente será cada vez mais presente. Os fatores de responsabilidade social e sustentabilidade passarão a ser introjetados com mais força na mentalidade dos consumidores. Estes critérios serão responsáveis por garantir o futuro das próximas gerações. E o varejo é um dos principais atores nesse processo, pois as mudanças são cada vez mais ditadas por este setor do que pelo consumidor.
* Com reportagem de Bruno Mello.

10 dicas práticas para aumentar a taxa de conversão de metas da sua loja online

Ao longo do ano, o tema mais debatido no comércio eletrônico foi a “taxa de conversão”. Esse indicador é mensurado a partir do número de pedidos realizados na loja virtual e do número de visitantes. Ele é crucial para a o sucesso da loja, definindo o grau de maturidade e a eficiência. Por isso, alguns gestores acompanham diariamente quais modificações na loja podem impactar na taxa de conversão.

Se você conversar com dez gestores, provavelmente nove dirão que ficariam contentes se a taxa de conversão da sua loja fosse 2%. Isso quer dizer que a cada cem visitantes, somente dois compram. Porém, esses mesmos nove gestores esquecem que muitos clientes chegam até o carrinho de compras e depois abandonam a sua compra. Ou seja, ele demonstrou interesse, teve todo o trabalho de iniciar o processo de compra, mas em um momento crucial ocorreu algo que o fez desistir. Segundo pesquisa da Forester Research em 2010, aproximadamente 90% das pessoas já abandonaram o carrinho pelo menos uma vez.

Com essas informações, seguem 10 dicas práticas que poderão lhe ajudar a aumentar a conversão da sua loja virtual:

1. Seja claro ao expor o preço do produto e o frete. Não esconda nem manipule o preço para iludir os clientes. Destaque todos os custos que fazem parte daquela compra, tanto em vitrines quanto no carrinho de compras.

2. Incentive os seus clientes com frete grátis ou descontos promocionais. Comunique os benefícios em diferentes momentos da navegação na loja, não restrinja apenas à página principal. O cliente pode não ser impactado logo na primeira vez que vir os incentivos e sim nas demais.

3. Ouça seu cliente e tente entender o que você pode fazer para ajudá-lo a comprar. Ligue ou envie email para os clientes que finalizaram suas compras e veja os motivos que o fizeram comprar na sua loja. Fale também com aqueles que estão cadastrados, mas nunca fizeram uma compra ou não compraram nada há mais de um ano.

4. Busque sempre a recuperação de vendas (boletos vencidos, pedidos negados, entre outros, que podem ser recuperados).

5. No momento de finalizar o pedido, não desvie a atenção do cliente para outros lugares. Analise com cuidado os elementos da página do produto e todo o processo de fechamento da compra.

6. Transmita segurança: desde um número de telefone para contato ou um atendimento online, até as melhores práticas de segurança. Deixe em locais visíveis para o cliente e não somente no rodapé da loja virtual.

7. Use e abuse das fotos e vídeos. No comércio eletrônico, os clientes compram a imagem de um produto.

8. Direcione a navegação dando ênfase nos botões que levam o cliente ao próximo passo. Ajude e guie o cliente. Se não quer ajudar, pelo menos, não atrapalhe.

9. Utilize um super banner na página inicial e caracterize os departamentos com imagens. Mostre seus benefícios e produtos com maior destaque.

10. Use a opinião do cliente para expor a qualidade e a experiência com o seu produto. Produtos avaliados por clientes que compraram trazem mais resultado.

Rafael Campos é consultor de vendas da VTEX, empresa líder em tecnologia para o comércio eletrônico. www.vtex.com.br.

Maioria de coordenadores, gerentes e diretores tem perfil em rede social

Segundo pesquisa, no Rio de Janeiro e em São Paulo, 87% dos profissionais possuem uma conta ativa nestas mídias

A maioria dos analistas, coordenadores, gerentes e diretores no Rio de Janeiro e em São Paulo possui um perfil em rede social. Ao menos é o que revela pesquisa realizada pela Hays Recruiting – empresa especializada no recrutamento de profissionais de média e alta gerência. De acordo com o levantamento, neste locais, 87% dos profissionais possuem uma conta ativa nas mídias sociais, sendo que a mais acessada é o Linkedin, citada como preferida por 65% dos entrevistados.Orkut e Facebook aparecem em seguida, com 52,5% e 47,5% das preferências, respectivamente. O Twitter aparece na última colocação, com apenas 26,5% das citações.

Boas oportunidades
Ainda de acordo com o estudo, 60% dos profissionais de média e alta gerência utilizam as redes sociais quando querem identificar boas oportunidades, sendo que 40% deles já se inscreveram em uma vaga divulgada nestes canais.

Os profissionais não estão errados quando utilizam as redes sociais como ferramenta de busca para novas oportunidades no mercado de trabalho, pois, cada vez mais, os recrutadores recorrem a tais mídias em busca de novos talentos.

Pesquisa recente realizada pela Potentilalpark – consultoria especializada em recrutamento – mostra que, quando se trata de busca para cargos de liderança, por exemplo, as empresas recorrem ao Linkedin, enquanto que, para o recrutamento de novos talentos, o Facebook é mais utilizado.


Fonte:  Admistradores